Professor 1 - Não acredito nisso. Acredito em educação familiar, aquela que “vem de berço” e pode fazer com que os alunos se sintam importantes por estar estudando.
Professor 2 - Com certeza, segundo Freud “O homem é produto do meio”.
Professor 3 – Sim. Pelo simples fato de viver em uma sociedade fragmentaria, onde as ofertas são muito diferenciadas entre os diversos grupos sociais.
Professor 4 - Todos possuem a mesma chance de aprender, mas nem todos se sentem estimulados ou recompensados. A perspectiva de um futuro promissor não faz parte da cultura do aluno de baixa renda, preferindo se manter a espera do que a vida lhe pode trazer.
Professor 5 - Eu acredito que as diferenças favoreçam a compreensão de conceitos de cidadania. Saber ser e saber conviver. É em meio às diferenças que surgem soluções criativas aos problemas apresentados.
Professor 6 - Não. Os alunos convivendo com as diferenças melhora em muito as relações sociais e a tolerância entre eles.
Professor 7 - Sim. Diferenças muito bem vindas. Porque a diversidade permite um sem número de diferentes olhares o que faz aumentar a potencia da cognição. No entanto, as diferentes faixas etárias, me parece, estagnam o desenvolvimeno cognitivo do coletivo, pelo conflito de gerações. A socialização e a harmonização comportamental é imprescindível para que a cognição se estabeleça, o que é difícil ocorrer entre faixas etárias distintas, ou muito distantes. O etc na pergunta seria o que? Preferência sexual? Portadores de necessidades especiais? Não entendi.
Professor 8 - Vejo pouca diferença. Vejo a diferença de comprometimento e maturidade, mas cognitivo não.
Professor 9 - Sim. Pela dificuldade de atenção. Um aluno de renda mais baixa está na aula pensando na alimentação que terá em casa ( se é que tem...) e um de renda maior pensa em se qualificar para o mercado de trabalho. Tem capacidades iguais, só não estimuladas da mesma forma.
Professor 10 - Em geral, alunos de diferentes grupos culturas não apresentam grandes diferenças em relação à cognição. Porém, acredito que cada um das causas citadas pode influenciar no funcionamento cognitivo e cabe ao professor identificar estas causas e minimizar os efeitos, mas ainda assim acredito que estas diferenças não são significativas, pois, se identificadas como causas de algum problema podem ser revertidas.
Professor 2 - Com certeza, segundo Freud “O homem é produto do meio”.
Professor 3 – Sim. Pelo simples fato de viver em uma sociedade fragmentaria, onde as ofertas são muito diferenciadas entre os diversos grupos sociais.
Professor 4 - Todos possuem a mesma chance de aprender, mas nem todos se sentem estimulados ou recompensados. A perspectiva de um futuro promissor não faz parte da cultura do aluno de baixa renda, preferindo se manter a espera do que a vida lhe pode trazer.
Professor 5 - Eu acredito que as diferenças favoreçam a compreensão de conceitos de cidadania. Saber ser e saber conviver. É em meio às diferenças que surgem soluções criativas aos problemas apresentados.
Professor 6 - Não. Os alunos convivendo com as diferenças melhora em muito as relações sociais e a tolerância entre eles.
Professor 7 - Sim. Diferenças muito bem vindas. Porque a diversidade permite um sem número de diferentes olhares o que faz aumentar a potencia da cognição. No entanto, as diferentes faixas etárias, me parece, estagnam o desenvolvimeno cognitivo do coletivo, pelo conflito de gerações. A socialização e a harmonização comportamental é imprescindível para que a cognição se estabeleça, o que é difícil ocorrer entre faixas etárias distintas, ou muito distantes. O etc na pergunta seria o que? Preferência sexual? Portadores de necessidades especiais? Não entendi.
Professor 8 - Vejo pouca diferença. Vejo a diferença de comprometimento e maturidade, mas cognitivo não.
Professor 9 - Sim. Pela dificuldade de atenção. Um aluno de renda mais baixa está na aula pensando na alimentação que terá em casa ( se é que tem...) e um de renda maior pensa em se qualificar para o mercado de trabalho. Tem capacidades iguais, só não estimuladas da mesma forma.
Professor 10 - Em geral, alunos de diferentes grupos culturas não apresentam grandes diferenças em relação à cognição. Porém, acredito que cada um das causas citadas pode influenciar no funcionamento cognitivo e cabe ao professor identificar estas causas e minimizar os efeitos, mas ainda assim acredito que estas diferenças não são significativas, pois, se identificadas como causas de algum problema podem ser revertidas.
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